sábado, 4 de outubro de 2008

O FORRETA DOS PRESERVATIVOS II

Ele e ela dividiam as despesas todas a meias, excepto aquelas coisas em que ele entendia que é o «macho» que paga! Mas era mesmo a meias, cinquenta, cinquenta, meio por meio, arredondado até ao mísero cêntimo!

Habituaram-se a isso e não se davam mal. Mas havia coisas que ele fazia questão de pagar, mas pagar sempre. «Coisas de homem», argumentava! E essas coisas eram, por exemplo, os jantares a dois, os cafés, os cinemas, os concertos... tudo o resto era a dois: gasolinas, hipermercados, viagens, estadias...

Mas, e continua a haver sempre um mas nestas coisas, havia algo em que ele fazia completa questão de nem ser a meias nem ser... ele a pagar! Pois, já adivinharam? É isso mesmo! Ele não pagava os preservativos! «De maneira nenhuma», argumentava! E acrescentava que os ditos lhe retiravam parte do prazer, então não tinha nada que os pagar! E ela, qual a posição e a opinião dela nisto tudo?

Pois bem, ela pagou os preservativos durante uns meses até que se fartou e mandou o namorado às urtigas! Mas teve azar pois o namorado seguinte pagava ele os preservativos mas era um teso nem um cafézito lhe pagava... Até que ela voltou a pagar os preservativos...

2 comentários:

Lia disse...

Bem...só mesmo tu!:0)
Parece que a escolha, não foi a mais certa?!:0))
Está divertida e retrata(se calhar,alguns casos)digo eu!!!
Beijinhos*

irneh disse...

Olá

Mais uma das tuas histórias!
Boa semana e muitos beijinhos!